Estava pensando este final de semana que a vida é sempre um recomeço. A nossa vida é guiada por ciclos. Por algum tempo estamos mais envolvidas com os amigos, durante outro tempo são os amores que nos consomem a maioria das nossas horas. Mas como estamos lidando com o nosso tempo hoje? Temos a impressão que não tem 24 horas. O meu, às vezes, tenho quase certeza que foi cortado ao meio.
Eu já acordo com a agenda na cabeça: "ligar para fulano, marcar salão, marcar médico pro filho, ligar para o cliente, ter tempo de ir ao banco, estudar a noite, ler aquelas 40 páginas do livro, minhas orações"..Quer dizer, sempre deixo algumas tarefas para o dia seguinte, e o dia seguinte, e o dia seguinte..
Ah, e ainda dar atenção à família, aos amigos, encontrar um novo amor..ufa..haja fôlego! E agora então que mulher faz tudo e mais um pouco? Antigamente mulher cuidava da casa, dos filhos e do marido (e olha que isso tudo já lhe tomava um tempo incrível)..hoje ela cuida de tudo isso e ainda trabalha fora, cuida da casa (não só a casa na área da cozinha, mas olha pedreiro, bombeiro etc etc), e ainda tem tempo para ir à academia, ao terapeuta...
Por isso, é sempre um recomeço. Mas confesso que sinto falta de parar..ficar sem essa correria e essa agenda tão cheia..apenas acordar e lembrar que o dia tem 24 horas e aproveitar cada hora como se fosse a única. Não sei se você já teve a sensação de estar em alguma cidade do interior e percebe que as horas "rendem". Você acorda na hora que precisa acordar, almoça na hora que tem que almoçar e vai dormir na hora certa. O dia parece que é bem dividido, tudo em seu lugar, nada de correrias, de coração acelerado porque o trânsito está daquele jeito e você tem uma reunião daqui alguns minutos. Ai tempo, porque é tão diferente? Ou somos nós que acostumamos a ter uma vida assim tão acelerada?
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
Amor

Já vivi tantas formas de amor, mas nunca senti o que hoje está dentro de mim. É tão pleno, tão denso, mesmo distante, mesmo sem ter como tocar. Acho que agora descobri o que realmente quer dizer amor sem limites. Ultrapassa a barreira do tempo, a barreira física. É assim que me sinto hoje, com um amor maior do que tudo, que anseia pelo momento do encontro.
Já vivi alguns encontros, mas nunca igual a esse. Tão forte, tão sublime. Espero pelo próximo, espero que seja infinito. É assim que está dentro de mim. Maior do que tudo. É assim o meu amor.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Para não esquecer
Hoje vou compartilhar com vocês um texto magnífico da jornalista min eira Leila Ferreira que tem uma coluna na revista feminina Marie Claire. Eu a conheci em BH quando ainda tinha um programa na Rede Minas. Gosto demais de seus artigos, pois são escritos de uma maneira tão simples, leve e ao mesmo tempo denso. Fale a pena ler. Aproveitem e ótima Leitura!
Vocabulário feminino
Leila Ferreira
Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma – para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar. Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos – e merecemos – ter.
Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.
E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.
Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.
Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.
Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.
E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.
E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.
Vocabulário feminino
Leila Ferreira
Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma – para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar. Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos – e merecemos – ter.
Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.
E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.
Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.
Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.
Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.
E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.
E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Assim é...
Assim é a vida...cheia de cores e vibrações! Sabe o que é melhor? Estar feliz mesmo sem estar ao lado da pessoa que amamos. É ter a certeza de que "todas as coisas cooperam para o bem daqueles que O amam". Por isso, sou feliz! Porque sei que o Dono de todas as coisas, está ao meu lado!
Hoje amanheci assim..feliz..querendo a cada dia viver mais e mais..e esperar o melhor que Ele tem para mim!
Hoje só passei por aqui para dizer o quanto podemos esperar Nele..especialmente quando queremos encontrar alguém muito especial! Te amo Jesus e isso é tudo!!
Hoje amanheci assim..feliz..querendo a cada dia viver mais e mais..e esperar o melhor que Ele tem para mim!
Hoje só passei por aqui para dizer o quanto podemos esperar Nele..especialmente quando queremos encontrar alguém muito especial! Te amo Jesus e isso é tudo!!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Ano Novo, vida nova!..Será?
Este será meu último post do blog em 2010, ano que não dei muita bola para ele, mas faço aqui a promessa (a primeira de 2011) que terá mais meu carinho no próximo ano. Todo ano que se aproxima do fim é assim, fazemos uma faxina na nossa vida, nos nossos desejos e nas nossas promessas e fazemos um levantamento de tudo o que realizamos e o que deixamos de lado. Às vezes, a contabilidade não é muito boa, ficamos no vermelho. Não conseguimos perder aqueles quilos indesejáveis, não conseguimos o melhor emprego e nem mesmo arranjar aquele amor que no ano anterior prometemos a nós mesmo que conseguiríamos.
Mas há certas coisas na vida que não dependem somente das nossas ações. E o amor é uma delas, talvez o maior de todos os desafios. Não falo aqui de ter uma pessoa para nos fazer companhia, para nos levar ao cinema ou dirigir nosso carro. O que está em jogo aqui é muito maior. É um amor que ainda suspiramos quando assistimos aquele filme da Julia Roberts no papel da eterna "Linda Mulher" prostituta que se apaixona pelo homem que todos nós mulheres gostaríamos de ter. Um homem que não se importa com nossos defeitos, com nossas falhas e, claro, com as nossas celulites.
É isso que esperamos de um Homem. Que nos ame independentemente se estamos gordas ou magras, se estamos de TPM ou no melhor dos humores. Queremos um companheiro e não apenas companhia, pois companhia arranjamos a qualquer hora em qualquer balada. Estamos em pleno Século XXI e o que mais queremos é a "tal felicidade". Mesmo com tantos Ipads, Iphones, Ipods, com tanta conexão, com Facebook, Orkut e uma infinidade de possibilidades cibernéticas que possibilitam a todos estar conectados ao mundo, o que sempre ouço em cada conversa com amigos é sempre a mesma coisa: "como está difícil encontrar alguém que esteja na mesma sintonia". Traduzindo: encontrar alguém que queira se relacionar de verdade.
Como vocês podem perceber, passei o ano inteiro falando da mesma coisa. O mundo evolui demais,mas as nossas carências continuam as mesmas. Por isso, o ano será novo e temos que realmente ter uma vida nova! Feliz 2011!!!!
Mas há certas coisas na vida que não dependem somente das nossas ações. E o amor é uma delas, talvez o maior de todos os desafios. Não falo aqui de ter uma pessoa para nos fazer companhia, para nos levar ao cinema ou dirigir nosso carro. O que está em jogo aqui é muito maior. É um amor que ainda suspiramos quando assistimos aquele filme da Julia Roberts no papel da eterna "Linda Mulher" prostituta que se apaixona pelo homem que todos nós mulheres gostaríamos de ter. Um homem que não se importa com nossos defeitos, com nossas falhas e, claro, com as nossas celulites.
É isso que esperamos de um Homem. Que nos ame independentemente se estamos gordas ou magras, se estamos de TPM ou no melhor dos humores. Queremos um companheiro e não apenas companhia, pois companhia arranjamos a qualquer hora em qualquer balada. Estamos em pleno Século XXI e o que mais queremos é a "tal felicidade". Mesmo com tantos Ipads, Iphones, Ipods, com tanta conexão, com Facebook, Orkut e uma infinidade de possibilidades cibernéticas que possibilitam a todos estar conectados ao mundo, o que sempre ouço em cada conversa com amigos é sempre a mesma coisa: "como está difícil encontrar alguém que esteja na mesma sintonia". Traduzindo: encontrar alguém que queira se relacionar de verdade.
Como vocês podem perceber, passei o ano inteiro falando da mesma coisa. O mundo evolui demais,mas as nossas carências continuam as mesmas. Por isso, o ano será novo e temos que realmente ter uma vida nova! Feliz 2011!!!!
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Cansei de autoajuda
Sei que já falei de um livro de autoajuda aqui no blog, mas hoje estou literalmente cansada de livros desse gênero. Eu parei para pensar que se a gente fosse seguir ao pé-da-letra o que os livros mandam, teríamos que ficar praticamente a vida inteira lendo-os e, o pior, decorando tudo para colocar em prática. Porque de nada adianta ler um autoajuda para resolver o lado emocional, se a gente quer também que a vida profissional tenha êxito. Reparem nos inúmeros títulos à nossa disposição: "Como vencer na vida", "Descubra seus pontos fortes", " A coragem para confiar", "O segredo das mulheres apaixonantes". Mas, o melhor de todos eles: "Quem pensa, enriquece". Como assim? Só de pensar, mentalizar, eu fico rica? Não, isso é demais para a minha inteligência, ela não suporta isso. Eu nunca tive queda para esse gênero literário, aliás nem muita paciência. Mas até que me rendi a um título em particular: "Por que os homens amam as mulheres poderosas" . E se não bastasse a sequência existe comprovando que se você ler um e depois o outro, pode sim conseguir seu objetivo: "Por que os homens se casam com as mulheres poderosas". Confesso, li os dois. Mas, confesso novamente, é o óbvio do óbvio. Daí, a minha indignação. Eu sempre soube de tudo o que estava escrito nas páginas e nunca coloquei em prática. Talvez os livros tenham servido para alguma coisa. Bem, espero que sim, caros leitores.
Tenho um amigo que vive me perguntando por que ler esses livros, se ao final de tudo as pessoas fazem sempre o contrário. Acho que a resposta é muito simples. Tudo o que os autores de autoajuda propagam demanda tempo, peristência, insistência e investimento pessoal. Nenhum desses livros está inventando a roda, ela já está pronta há milhares de anos.
Persistir+ investir em si mesmo+ confiar= chave para todos os problemas. Aliás, os problemas sempre existirão, o segredo é saber lidar com eles. E quando entendemos isso, fica mais fácil de lidar com nossos fracassos, nossas frustrações profissinais e amorosas. Hum, tá parecendo texto de autoajuda? Então, esquece o que leu, vai assistir sua novela ou ler seu livro.Ah, que não seja de autoajuda.. Boa noite!
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Quando o amor não acaba

Não sei se você já viveu ou está vivendo uma situação assim. De repente descobre que ama um cara que já não faz mais parte da sua vida ou que ainda está presente na sua vida, mas não exatamente da maneira como gostaria. Não sei se a situação é para achar bom ou ruim. Acho que tem os dois lados. Eu, particularmente, estou nessa. Ainda amo aquele cara. Que cara? Ah, deixa para lá, você não vai entender mesmo. Melhor só falar do tema, não de mim necessariamente.
Eu sou uma mulher romântica, admito que hoje em menor intensidade, acho que devido às circunstâncias. É aquela conversa de sempre: a gente cai tanto do cavalo que um dia resolve andar a pé. Acho que por isso o romantismo vai ficando brando com o passar do tempo e dos tombos levados. Mas está lá, quietinho, só esperando a hora certa para agir. Igual ao amor que a gente pensa que não sente mais e volta sem ao menos perceber. Fico pensando se é por falta de opção de amor, se é que existe isso. Acho que não, né? A gente não sai a noite com este pensamento: "hoje vou arrumar um amor". A gente sai a noite, sim, com este pensamento: "podia encontrar uma pessoa legal". Tudo bem que muitas vezes essa pessoa legal acaba virando "o amor".
E amor é isso mesmo, quando é ele, acabou, tem para mais ninguém. Ele que outrora já foi uma paixão, vai criando raízes mesmo quando a pessoa amada não está próxima. Para o amor, isso não faz a menor diferença. O que conta são os beijos dados, os abraços recebidos, as noites intensas de amor, a vontade de passar a vida inteira juntinho..Isso sim é amor..
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